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	<title>Artigos Super Varejo - Opus Design</title>
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	<description>Transformamos espaços de varejo em experiências que vendem.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Jun 2026 15:27:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Artigos Super Varejo - Opus Design</title>
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	<item>
		<title>Como supermercados e varejos alimentares podem se estruturar diante do novo consumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 18:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Super Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias no Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento do setor atacadista brasileiro reforça uma mudança importante para supermercados, atacarejos, lojas de bairro, empórios, hortifrútis, padarias, mercearias e outros comércios varejistas ligados à alimentação: o consumidor continua comprando, mas está mais criterioso, mais pressionado financeiramente e mais atento ao valor percebido em cada escolha. Nesse cenário, a estruturação de supermercados deixa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento do setor atacadista brasileiro reforça uma mudança importante para supermercados, atacarejos, lojas de bairro, empórios, hortifrútis, padarias, mercearias e outros comércios varejistas ligados à alimentação: o consumidor continua comprando, mas está mais criterioso, mais pressionado financeiramente e mais atento ao valor percebido em cada escolha.</p>

<p>Nesse cenário, a <strong>estruturação de supermercados</strong> deixa de ser apenas uma questão operacional e passa a ser uma decisão estratégica. Layout, circulação, exposição de produtos, comunicação visual, setorização, experiência de compra e eficiência da loja influenciam diretamente o desempenho comercial.</p>

<p>Para a Opus Design, que atua com arquitetura e design para o varejo, esse movimento evidencia uma necessidade clara: lojas físicas precisam ser pensadas como ambientes comerciais inteligentes, capazes de facilitar decisões, valorizar categorias estratégicas e ajudar o varejista a vender melhor em um mercado mais competitivo.</p>

<div style="background:#f7f7f7;border-left:5px solid #8a6a3f;padding:18px;margin:24px 0;border-radius:8px;">
  <strong>Resumo rápido:</strong>
  <p>O atacado cresceu, o consumidor está comprando com mais cautela e o varejo alimentar precisa se adaptar. Supermercados, atacarejos e pequenas lojas podem transformar esse cenário em oportunidade ao revisar layout, mix, fluxo, exposição, comunicação visual e experiência de compra. O cuidado está em não depender apenas de preço baixo, não exagerar no estoque e não ignorar mudanças de comportamento.</p>
</div>

<nav style="background:#fff;border:1px solid #e5e5e5;padding:18px;margin:24px 0;border-radius:8px;">
  <strong>Neste artigo:</strong>
  <ul>
    <li><a href="#novo-consumo">O novo comportamento do consumidor alimentar</a></li>
    <li><a href="#atacado-varejo">O que o avanço do atacado revela sobre o varejo</a></li>
    <li><a href="#estrutura-loja">Como estruturar supermercados e lojas alimentares</a></li>
    <li><a href="#layout">Layout de supermercado como ferramenta de venda</a></li>
    <li><a href="#oportunidades">Oportunidades para comerciantes</a></li>
    <li><a href="#cuidados">Cuidados ocultos no varejo alimentar</a></li>
    <li><a href="#formatos">Estratégias por formato de loja</a></li>
    <li><a href="#opus-design">Como a Opus Design contribui para esse processo</a></li>
    <li><a href="#faq">Perguntas frequentes</a></li>
  </ul>
</nav>

<h2 id="novo-consumo">O novo comportamento do consumidor alimentar</h2>

<p>O consumidor brasileiro está mais seletivo. Mesmo quando o gasto total aumenta, isso não significa necessariamente que ele está levando mais produtos para casa. Em muitos casos, o cliente compra menos itens, compara mais preços, reduz compras por impulso e prioriza o que considera essencial.</p>

<p>Esse comportamento é reflexo de um orçamento familiar mais disputado. Além das despesas tradicionais, o consumidor convive com juros altos, endividamento, inflação em custos básicos, novas formas de consumo digital, apostas online, compras internacionais e tendências que alteram hábitos alimentares e de compra.</p>

<p>Para o varejo alimentar, a leitura é direta: a loja precisa justificar melhor cada escolha do cliente. Produto, preço, exposição, ambientação, conveniência e comunicação visual devem trabalhar juntos para reduzir atrito e aumentar a percepção de valor.</p>

<h2 id="atacado-varejo">O que o avanço do atacado revela sobre o varejo</h2>

<p>O crescimento do atacado não deve ser visto apenas como uma estatística setorial. Ele aponta para uma mudança na forma como consumidores e comerciantes buscam eficiência. Em um ambiente de orçamento apertado, ganham força os canais que oferecem volume, variedade, racionalização logística e preços competitivos.</p>

<p>Para supermercados, atacarejos, mercados de bairro, padarias, hortifrútis e mercearias, isso cria uma oportunidade importante: revisar a operação para comprar melhor, expor melhor, reduzir perdas e fortalecer categorias que realmente geram giro e margem.</p>

<p>O ponto central é que o varejo alimentar não compete apenas com outros varejistas. Ele compete com todas as escolhas que disputam a renda, o tempo e a atenção do consumidor. Por isso, a loja física precisa ser mais estratégica.</p>

<div style="background:#fbf6ef;border:1px solid #e2c8a0;padding:18px;margin:24px 0;border-radius:8px;">
  <strong>Ponto de atenção para o comerciante:</strong>
  <p>O cliente pode entrar na loja decidido a economizar. Cabe ao ambiente comercial facilitar a compra do básico, apresentar oportunidades de valor e estimular compras complementares sem tornar a experiência confusa ou excessivamente promocional.</p>
</div>

<h2 id="estrutura-loja">Como estruturar supermercados e lojas alimentares para esse novo momento</h2>

<p>Estruturar uma loja alimentar não significa apenas organizar prateleiras. Significa desenhar uma operação comercial coerente com o público, o espaço, o posicionamento da marca, o mix de produtos e a jornada de compra.</p>

<p>Uma boa estruturação considera desde o fluxo de entrada até os pontos de maior conversão. Ela observa como o cliente circula, onde ele desacelera, quais categorias precisam de destaque, onde estão as áreas de maior margem e como a comunicação visual orienta decisões.</p>

<h3>Setorização clara</h3>

<p>Setores como hortifruti, padaria, açougue, frios, bebidas, mercearia, limpeza, congelados e itens de conveniência precisam ser distribuídos de forma lógica. Quanto mais clara for a leitura da loja, menor será o esforço do cliente para encontrar o que procura.</p>

<h3>Exposição com intenção comercial</h3>

<p>Expor produtos não é apenas preencher espaço. A exposição precisa considerar margem, giro, sazonalidade, complementaridade e comportamento de compra. Uma ponta de gôndola bem planejada pode impulsionar vendas; uma exposição sem estratégia pode apenas ocupar área nobre da loja.</p>

<h3>Comunicação visual funcional</h3>

<p>Placas, cartazes, etiquetas, faixas, sinalização de setor e materiais promocionais precisam orientar, não poluir. O excesso de mensagens reduz a clareza e pode prejudicar a experiência. A comunicação visual deve ser objetiva, legível e alinhada à identidade da loja.</p>

<h3>Áreas de respiro e fluidez</h3>

<p>Em lojas alimentares, cada metro quadrado importa, mas preencher demais o ambiente pode comprometer circulação, percepção de conforto e tempo de permanência. Uma loja eficiente equilibra exposição comercial com fluidez.</p>

<h2 id="layout">Layout de supermercado como ferramenta de venda</h2>

<p>O <strong>layout de supermercado</strong> é uma das ferramentas mais relevantes para transformar comportamento em resultado. Ele influencia o caminho do cliente, o contato com categorias estratégicas e a percepção geral da loja.</p>

<p>Um layout bem projetado ajuda o consumidor a comprar com mais facilidade e, ao mesmo tempo, ajuda o varejista a valorizar produtos de maior relevância comercial. Esse equilíbrio é essencial para supermercados, atacarejos e pequenas lojas que precisam vender mais sem depender apenas de descontos.</p>

<h3>Fluxo de compra</h3>

<p>O caminho do cliente deve ser intuitivo. A entrada, os corredores principais, as áreas promocionais, os setores frescos e o checkout precisam estar conectados por uma lógica clara de circulação.</p>

<h3>Pontos de decisão</h3>

<p>Alguns pontos da loja concentram maior atenção do cliente. Entradas, corredores de alto fluxo, pontas de gôndola, áreas próximas ao caixa e setores frescos devem receber atenção especial no projeto comercial.</p>

<h3>Experiência e percepção de valor</h3>

<p>O cliente não avalia apenas preço. Ele percebe limpeza, organização, iluminação, conforto, sinalização, qualidade dos produtos e facilidade de circulação. Esses elementos constroem confiança e ajudam a diferenciar a loja.</p>

<h2 id="oportunidades">Oportunidades para comerciantes do varejo alimentar</h2>

<p>O novo cenário do consumo exige atenção, mas também abre espaço para comerciantes que desejam profissionalizar a operação e melhorar a experiência de compra.</p>

<h3>1. Valorizar setores frescos</h3>

<p>Hortifruti, açougue, padaria, frios e rotisseria são setores capazes de gerar recorrência e diferenciar a loja. Eles reforçam qualidade, confiança e conveniência, especialmente em mercados de bairro e supermercados regionais.</p>

<h3>2. Criar soluções de compra</h3>

<p>O consumidor pressionado quer praticidade. Combos para churrasco, kits de café da manhã, sugestões para marmita, seleção de itens para festa junina, refeições rápidas e cestas econômicas ajudam o cliente a decidir com menos esforço.</p>

<h3>3. Trabalhar categorias complementares</h3>

<p>Uma loja bem estruturada entende o que o cliente compra junto. Massas e molhos, carnes e carvão, pães e frios, frutas e granola, café e biscoitos, bebidas e petiscos são exemplos de combinações que podem aumentar o ticket médio.</p>

<h3>4. Reforçar conveniência</h3>

<p>Pequenas lojas não precisam competir apenas por preço. Elas podem competir por localização, agilidade, atendimento, reposição rápida, produtos selecionados e proximidade com a rotina do consumidor.</p>

<h3>5. Usar o espaço como ativo comercial</h3>

<p>O espaço físico da loja deve ser tratado como ferramenta de venda. Cada setor, corredor, gôndola e ponto de destaque precisa ter função clara dentro da estratégia comercial.</p>

<h2 id="cuidados">Cuidados ocultos que merecem atenção</h2>

<p>Em momentos de crescimento ou pressão, alguns riscos podem passar despercebidos. O varejista precisa observar não apenas o volume de vendas, mas a qualidade do resultado.</p>

<h3>Vender mais e lucrar menos</h3>

<p>Promoções mal planejadas podem aumentar o fluxo e reduzir a margem. Antes de destacar uma oferta, é importante avaliar giro, margem, estoque disponível, recorrência e possibilidade de venda complementar.</p>

<h3>Depender apenas de preço baixo</h3>

<p>Preço competitivo é importante, mas não sustenta sozinho uma estratégia de longo prazo. Lojas que se apoiam apenas em desconto ficam mais vulneráveis a redes maiores e canais com maior poder de compra.</p>

<h3>Desconsiderar a jornada do cliente</h3>

<p>Uma loja pode ter bons produtos e bons preços, mas perder venda por falta de sinalização, corredores confusos, exposição desorganizada ou dificuldade de circulação.</p>

<h3>Ignorar perdas e desperdícios</h3>

<p>No varejo alimentar, perdas por vencimento, quebra, má exposição, compra excessiva ou baixa previsibilidade podem comprometer o resultado. Um bom projeto comercial também considera operação e reposição.</p>

<h3>Copiar formatos sem adaptar ao público local</h3>

<p>Nem toda solução de uma grande rede funciona em uma loja de bairro. O perfil do consumidor, o entorno, o fluxo diário, a renda média e os hábitos regionais precisam orientar as decisões de layout e mix.</p>

<h2 id="formatos">Estratégias por formato de loja</h2>

<p>Cada modelo de varejo alimentar exige uma leitura específica. O projeto comercial precisa respeitar o formato, a capacidade operacional e o público atendido.</p>

<div style="overflow-x:auto;margin:24px 0;">
  <table style="width:100%;border-collapse:collapse;border:1px solid #ddd;">
    <thead>
      <tr style="background:#f5f5f5;">
        <th style="padding:12px;border:1px solid #ddd;text-align:left;">Formato</th>
        <th style="padding:12px;border:1px solid #ddd;text-align:left;">Oportunidade</th>
        <th style="padding:12px;border:1px solid #ddd;text-align:left;">Cuidado</th>
      </tr>
    </thead>
    <tbody>
      <tr>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Supermercados</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Valorizar setores frescos, organizar fluxo e criar áreas promocionais estratégicas.</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Evitar excesso de comunicação visual e categorias sem leitura clara.</td>
      </tr>
      <tr>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Atacarejos</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Trabalhar volume, embalagens econômicas, grandes corredores e compra planejada.</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Não transformar a loja em um ambiente apenas funcional, sem experiência.</td>
      </tr>
      <tr>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Mercados de bairro</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Explorar proximidade, conveniência, atendimento e mix ajustado à rotina local.</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Copiar grandes redes sem considerar espaço, público e capacidade de giro.</td>
      </tr>
      <tr>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Padarias</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Criar jornadas para café da manhã, almoço rápido, lanche e conveniência.</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Perder margem por exposição inadequada ou produção desalinhada à demanda.</td>
      </tr>
      <tr>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Hortifrútis</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Valorizar frescor, cor, iluminação, organização e sugestão de consumo.</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Comprar acima do giro e aumentar perdas por deterioração.</td>
      </tr>
      <tr>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Empórios e lojas especializadas</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Construir experiência, curadoria, ambientação e percepção de valor.</td>
        <td style="padding:12px;border:1px solid #ddd;">Misturar categorias sem hierarquia e dificultar a navegação do cliente.</td>
      </tr>
    </tbody>
  </table>
</div>

<h2 id="opus-design">Como a Opus Design contribui para esse processo</h2>

<p>A estruturação de supermercados e varejos alimentares exige integração entre arquitetura, operação e estratégia comercial. É nesse ponto que o design para varejo se torna decisivo.</p>

<p>A Opus Design desenvolve projetos para ambientes comerciais com foco em funcionalidade, sofisticação e experiência do cliente. O objetivo é criar espaços que traduzam a identidade da marca, favoreçam a jornada de compra e contribuam para melhores resultados no ponto de venda.</p>

<p>Em supermercados, atacarejos e lojas alimentares, isso pode envolver estudo de layout, setorização, ambientação, comunicação visual, circulação, valorização de categorias, áreas promocionais e soluções que tornam a loja mais clara, atrativa e eficiente.</p>

<div style="background:#2f2f2f;color:#fff;padding:22px;margin:28px 0;border-radius:10px;">
  <strong>Opus Design</strong>
  <p>Arquitetura e inovação para transformar espaços de varejo em experiências memoráveis.</p>
  <p>Para projetos de supermercados, atacarejos e lojas alimentares, acesse <a href="https://www.opusdesign.com.br/" style="color:#fff;text-decoration:underline;">www.opusdesign.com.br</a> ou fale pelo WhatsApp: <strong>(11) 94100-4722</strong>.</p>
</div>

<h2>Conclusão: o varejo alimentar precisa vender melhor, não apenas vender mais</h2>

<p>O crescimento do atacado mostra que o varejo alimentar segue relevante, mas também mais competitivo. O consumidor está mais racional, o orçamento está mais disputado e a loja física precisa entregar valor com clareza.</p>

<p>Para supermercados, atacarejos, mercados de bairro, padarias, hortifrútis e empórios, a oportunidade está em estruturar melhor o espaço, compreender a jornada do cliente, valorizar categorias estratégicas e transformar o ambiente comercial em um aliado da venda.</p>

<p>Mais do que acompanhar uma tendência, o varejista precisa se preparar para um consumidor que pensa mais antes de comprar. E, nesse contexto, arquitetura, layout e design comercial deixam de ser apenas estética: tornam-se parte da estratégia de crescimento.</p>

<h2 id="faq">Perguntas frequentes sobre estruturação de supermercados e varejos alimentares</h2>

<h3>O que é estruturação de supermercados?</h3>
<p>Estruturação de supermercados é o planejamento do layout, fluxo, setorização, exposição, comunicação visual e operação da loja para melhorar a experiência de compra, aumentar o giro e fortalecer o desempenho comercial.</p>

<h3>Por que o layout de supermercado influencia as vendas?</h3>
<p>O layout influencia o caminho do cliente, a visibilidade dos produtos, a percepção de conforto e o contato com categorias estratégicas. Um bom layout facilita decisões e pode aumentar o ticket médio.</p>

<h3>Como supermercados podem se adaptar ao novo comportamento do consumidor?</h3>
<p>Supermercados podem se adaptar organizando melhor o mix, destacando produtos essenciais, criando soluções práticas, melhorando a comunicação visual, reduzindo perdas e tornando a jornada de compra mais simples.</p>

<h3>Atacarejos também precisam investir em experiência de compra?</h3>
<p>Sim. Embora o preço e o volume sejam importantes, atacarejos também precisam oferecer circulação clara, boa sinalização, conforto operacional e exposição estratégica para melhorar a experiência e aumentar a eficiência da loja.</p>

<h3>Como pequenas lojas alimentares podem competir com grandes redes?</h3>
<p>Pequenas lojas podem competir com proximidade, conveniência, atendimento, mix ajustado ao bairro, produtos frescos, reposição rápida e ambiente bem organizado.</p>

<h3>Qual é o papel da arquitetura comercial no varejo alimentar?</h3>
<p>A arquitetura comercial ajuda a transformar o espaço físico em uma ferramenta de venda. Ela organiza fluxos, valoriza setores, melhora a experiência do cliente e cria ambientes alinhados ao posicionamento da marca.</p>

<h3>A Opus Design desenvolve projetos para supermercados e varejos alimentares?</h3>
<p>Sim. A Opus Design atua com arquitetura e design para varejo, desenvolvendo projetos funcionais, sofisticados e estratégicos para supermercados, atacarejos e outros ambientes comerciais.</p><p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-super-varejo/como-supermercados-e-varejos-alimentares-podem-se-estruturar-diante-do-novo-consumo/">Como supermercados e varejos alimentares podem se estruturar diante do novo consumo</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>As 5 tendênciasda EuroShop parao varejo brasileiro</title>
		<link>https://www.opusdesign.com.br/artigos-super-varejo/as-5-tendenciasda-euroshop-parao-varejo-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 20:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Super Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ARTIGO &#124; Por Katia Bello As 5 tendências da EuroShop para o varejo brasileiro QQuero compartilhar com você, de maneira bem objetiva, insights que tive e tendências observadas na minha visita à Euroshop 2026, que acontece a cada três anos, na Alemanha. Neste ano, em particular, foi muito gratificante ver que boa parte das tendências [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-super-varejo/as-5-tendenciasda-euroshop-parao-varejo-brasileiro/">As 5 tendênciasda EuroShop parao varejo brasileiro</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></description>
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<article class="opus-euroshop-article">

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    ARTIGO | <span>Por Katia Bello</span>
  </div>

  <div class="opus-article-inner">

    <h1 class="opus-article-title">
      As 5 tendências<br>
      da EuroShop para<br>
      o varejo brasileiro
    </h1>

    <section class="opus-grid">
      <div class="opus-text-block opus-dropcap">
        <p>QQuero compartilhar com você, de maneira bem objetiva, insights que tive e tendências observadas na minha visita à Euroshop 2026, que acontece a cada três anos, na Alemanha.</p>

        <p>Neste ano, em particular, foi muito gratificante ver que boa parte das tendências apresentadas na feira já estavam presentes, em algum grau, nas visitas técnicas em lojas europeias.</p>

        <p>Nas tendências que elenco abaixo, fiz questão de incluir algumas que você já pode aplicar hoje e outras que demandam análise para implantação:</p>

        <h2 class="opus-section-title">Iluminação envolvente</h2>

        <p>As luminárias de LED continuam sendo protagonistas. Mas ganham eficiência energética e entregam mais luz com menos consumo.</p>

        <p>Destaco, também, o uso da iluminação de forma mais intencional. Neste aspecto, vejo grande oportunidade para os supermercados brasileiros que, geralmente, priorizam a quantidade de lux, quantidade de luz que chega ao produto, e optam por uma iluminação geral sem pontos de destaque.</p>

        <p>A grande tendência da iluminação é usá-la para destacar o merchandising, escolhendo corretamente as temperaturas de cor para cada categoria, garantindo alto índice de reprodução de cor, IRC, pensando em intensidades variadas e trabalhando luz e sombra para criar espaços envolventes, como no exemplo abaixo:</p>
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    </section>

    <div class="opus-topics">
      <strong>tópicos:</strong> tendências · LEDs · IA
    </div>

    <section class="opus-two-columns">
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          <h2 class="opus-section-title">“Farm to Table” documentado</h2>

          <p>O conceito ‘da fazenda para a mesa’ já foi tão amplamente usado como argumento de vendas que o consumidor quer saber até que ponto isso é real.</p>

          <p>Neste supermercado, na Alemanha, além de identificar a origem dos produtos, ele informa qual a distância percorrida da fazenda à loja e o tempo de chegada do produto, para que o conceito de frescor deixe de ser uma promessa e o cliente tenha dados reais para, de fato, entender o quão fresco é o produto.</p>

          <p>A comunicação visual do supermercado pode ser planejada para evidenciar as entregas reais da operação. Além da comunicação visual que identifica as áreas, açougue, padaria, hortifruti, entre outras, uma grande tendência é dar um passo a mais, pensar em quais informações são relevantes para divulgar os diferenciais de cada categoria naquele momento exato da compra.</p>
        </div>
      </div>

      <div>
        <div class="opus-text-block">
          <h2 class="opus-section-title">Tecnologia na gôndola</h2>

          <p>Na Euroshop deste ano, a tecnologia vem como evolução em relação ao que já foi visto em edições anteriores.</p>

          <p>Não vi nada absolutamente disruptivo, contudo, as inovações estavam muito mais aplicáveis e operacionais.</p>

          <p>Destaco os painéis de LED usados nas prateleiras das gôndolas, que já eram uma solução conhecida. Porém, o “touch” agora ganha força, permitindo que o cliente adapte a diagramação, podendo, por exemplo, tocar na tela e ampliá-la quando tiver dificuldade de enxergar o tamanho da letra que descreve um produto ou preço.</p>

          <p>O LED se integra à gôndola e dispensa a utilização de réguas plásticas e porta-preços, proporcionando infinitas opções de design, integrando comunicação sobre produtos, sugestão de consumo, evidenciando oportunidades e destacando produtos em oferta.</p>
        </div>

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    <section class="opus-final-grid">
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        <div class="opus-text-block">
          <h2 class="opus-section-title">Equipamentos com IA</h2>

          <p>Vimos equipamentos com IA integrada muito focados na eficiência operacional, como este expositor 360º que tem abastecimento por trás.</p>

          <p>O produto vai para a frente por gravidade. Além de propiciar controle sobre o primeiro produto que entra, ser o primeiro que sai, FIFO = first in, first out, mantém o expositor sempre arrumado.</p>

          <p>A inteligência artificial monitora a baixa dos estoques em tempo real e já avisa o funcionário que está no backoffice qual o tipo de produto e a quantidade que deve ser reposta, aumentando o grau de eficiência do colaborador e reduzindo a ruptura dos produtos.</p>
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        <div class="opus-text-block" style="margin-top: 28px;">
          <h2 class="opus-section-title">Conceito híbrido ampliado</h2>

          <p>O conceito híbrido que estamos acostumados a ver em carros, também já utilizado para descrever operações que conjugam a experiência de compra física na loja com a digital, agora é ampliado.</p>

          <p>O atendimento ao cliente em uma loja pode ser híbrido, parte feito por humanos e parte por robôs. Num mesmo supermercado, a carne que você compra pode ser preparada por um açougueiro, enquanto o pão quentinho assado na hora pode vir até você por um robô, sem a necessidade de humanos no atendimento da padaria.</p>

          <p>O próprio robô pega o pão congelado, coloca no forno para assar, retirando-o diretamente para o expositor de autosserviço.</p>

          <p>Todas essas tecnologias já existem, desde as mais complexas até as mais simples, como este robô que limpa a loja sozinho, presente, e funcionando, em várias lojas da Europa.</p>

          <p>Os robôs podem ser multifunções. Enquanto limpam a loja, escaneiam as gôndolas identificando rupturas e notificando a necessidade de reposição, podendo, ainda, incluir telas de retail media acopladas circulando pela loja e impactando os clientes. A palavra “multifunção” descreve muitas inovações vistas este ano!</p>

          <p>Talvez, a esta altura da leitura você esteja se perguntando: por onde começar? As opções são inúmeras, mas o que eu pude observar nas visitas técnicas é que, cada vez mais, conceitos de loja de posicionamento claro, com arquitetura pensada para integrar melhor a tecnologia, geram mais valor para os clientes. Pense nisso!<span class="opus-red-dot"></span></p>
        </div>
      </div>
    </section>

  </div>
</article><p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-super-varejo/as-5-tendenciasda-euroshop-parao-varejo-brasileiro/">As 5 tendênciasda EuroShop parao varejo brasileiro</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Entrada de Supermercado: Entra e Fica à Vontade, Que a Casa (ou a Loja) é Sua!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 15:47:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para começar, a primeira impressão dita a compra. Com certeza, o cliente nota o cuidado logo na porta. Por isso, a entrada de supermercado exige muita atenção técnica. Sendo assim, confira abaixo o novo artigo exclusivo de Kátia Bello. Como arquiteta e CEO da OpusDesign, ela escreveu este texto para a revista SuperVarejo. Logo, você [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para começar</strong>, a primeira impressão dita a compra. <strong>Com certeza</strong>, o cliente nota o cuidado logo na porta. <strong>Por isso</strong>, a <strong>entrada de supermercado</strong> exige muita atenção técnica. <strong>Sendo assim</strong>, confira abaixo o novo artigo exclusivo de Kátia Bello. <strong>Como arquiteta e CEO da OpusDesign</strong>, ela escreveu este texto para a revista SuperVarejo. <strong>Logo</strong>, você vai aprender como receber bem o seu público.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Eu gosto de muito de trazer nestas nossas conversas reflexões, dicas, técnicas e situações que eu tenha vivido, que se correlacionem com lojas físicas e sua evolução!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente fiz uma visita em um supermercado com uma <strong>ótima implantação, acessos bem dimensionados e sinalizados, bom posicionamento do edifício em relação ao entorno, o aproveitamento do terreno bem projetado</strong>, ou seja, a parte externa tudo ok.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Desafio da Circulação na Entrada de Supermercado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Neste supermercado estaciona-se no nível térreo e uma esteira rolante leva ao pavimento superior, onde está a área de vendas. Fiz este percurso e a visita técnica estava indo muito bem! Até que… na saída da esteira rolante começaram uma série de improvisações desconexas, com vários displays que claramente foram postos ali para “aproveitar” espaço vazio, porém reduzindo bastante a área de circulação na chegada da esteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Chegadas de esteiras rolantes são um ponto de atenção importante</strong>, pois na saída delas precisamos deixar mais espaço de circulação, comparado com rampas estáticas, pois nas esteiras rolantes, as pessoas mudam a velocidade do movimento no final do trajeto, e dependendo do equilíbrio da pessoa, ela faz aquela diminuição na marcha. Se o espaço para a dispersão das pessoas for pequeno, a probabilidade de gerar acidentes e desconforto é grande.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Evitar a Poluição Visual na Entrada de Supermercado</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O momento de chegada na área de vendas é de extrema importância, e precisa transmitir aos clientes um ambiente acolhedor, confortável e seguro</strong>. Por outro lado, a entrada da loja é uma área extremamente disputada por todos os departamentos da empresa, que precisam cumprir suas metas de performance, visto que, é na entrada da loja que o fluxo é mais concentrado que nos demais corredores internos, os quais os clientes podem escolher visitar, ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, é uma área valiosa para operações, para vendas, para marketing. No caso do supermercado acima, além dos displays exagerados no caminho dos clientes, estava também uma “coleção” de materiais de marketing composta por totem para divulgar o CRM, a campanha de incentivo de vendas com promoção de brindes, e um painel de Led veiculando anúncios diversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagina a poluição visual que todos estes estímulos descoordenados provocaram na entrada da loja. Todos estes materiais têm sua importância, como ferramentas para se atingir resultados, mas será que, com tantos estímulos em um espaço tão pequeno, o cliente realmente será bem recebido na loja? Ou será que, <strong>a área de entrada da loja deveria ser uma zona de descompressão</strong>, ao invés de estressar o cliente com tanta poluição visual?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada de uma loja tem o mesmo papel de receber e acolher as pessoas, como a entrada de uma casa. Deve estar impecavelmente arrumada, como a sala de uma residência, e não entulhada de coisas como o depósito da garagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conforto Térmico e Acústico na Recepção do Cliente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outra dica é cuidar com carinho do <strong>conforto visual, térmico e acústico</strong>, pois é a transição do cliente da área externa para a interna. Quando mudamos de ambiente, todo o nosso corpo vai se adaptando, e nesse momento, os nossos órgãos dos sentidos enviam informações para o nosso cérebro, para nos avisar se ali parece seguro, se está agradável ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode inclusive alocar o <strong>investimento na construção</strong> baseado na percepção de conforto que você deseja priorizar, por exemplo, se o supermercado estiver numa rua movimentada e barulhenta que receberá clientes diretamente da rua, é importante investir no <strong>conforto acústico, com o isolamento do ruído</strong>, e um <strong>bom sistema de música ambiente</strong>, para criar um contraste de conforto para os ouvidos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o supermercado estiver numa região muito quente, <strong>o ar condicionado da entrada pode ser dimensionado para ter controle de temperatura independente</strong>, e assim, promover a sensação de transição confortável, com a percepção de um ambiente bem fresquinho e gostoso. Por último e não menos importante, <strong>o conforto visual que virá da harmonia</strong> de tudo que os olhos podem alcançar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Entrada de Supermercado Como a Sala da Sua Casa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Tenho visto vários manifestos de <strong>redes de supermercados, que almejam que seus clientes se sintam em casa enquanto estão fazendo suas compras</strong>. É muito gostoso quando a gente chega na casa de alguém, e a pessoa fala: entra e fique à vontade, que a casa é sua! Mais gostoso ainda quando você percebe que os donos da casa tiveram o cuidado de arrumá-la para te receber, e durante a sua estadia, estão cuidando dos detalhes para você se sentir bem! Supermercados também podem ser assim!!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pense nisto!! <em>@katiabelloopus</em></p>



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<h3 class="wp-block-heading">Quer um Diagnóstico Real da Sua Loja?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nós usamos o design comercial para melhorar a vida do cliente e dobrar o seu faturamento rápido. <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://opusdesign.com.br/contato/">Entre em contato com a Opus Design</a> e vamos planejar a loja dos seus sonhos!</p>



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			</item>
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		<title>Gôndolas e demais móveis, iluminação e até aromas fidelizam e engordam a rentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 17:29:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de tudo, os bons produtos são as grandes estrelas. Com certeza, a loja precisa de um ótimo palco. Por isso, a comunicação visual no supermercado é vital. Na verdade, as gôndolas e a luz ajudam muito. Sendo assim, a sua venda cresce bem rápido. Neste artigo, você vai ler dicas super valiosas. Logo, vamos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/gondolas-e-demais-moveis-iluminacao-e-ate-aromas-fidelizam-e-engordam-a-rentabilidade/">Gôndolas e demais móveis, iluminação e até aromas fidelizam e engordam a rentabilidade</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Antes de tudo</strong>, os bons produtos são as grandes estrelas. <strong>Com certeza</strong>, a loja precisa de um ótimo palco. <strong>Por isso</strong>, a <strong>comunicação visual no supermercado</strong> é vital. <strong>Na verdade</strong>, as gôndolas e a luz ajudam muito. <strong>Sendo assim</strong>, a sua venda cresce bem rápido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Neste artigo</strong>, você vai ler dicas super valiosas. <strong>Logo</strong>, vamos mostrar a visão de grandes especialistas. <strong>Ou seja</strong>, a sua loja vai vender muito.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://opusdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/opus-chama-supermercados-foto-04.webp" alt="" class="wp-image-603" srcset="https://www.opusdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/opus-chama-supermercados-foto-04.webp 1000w, https://www.opusdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/opus-chama-supermercados-foto-04-300x200.webp 300w, https://www.opusdesign.com.br/wp-content/uploads/2026/02/opus-chama-supermercados-foto-04-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">A Visão da Opus Design Sobre o Tema</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeiramente</strong>, o lindo mobiliário organiza a sua loja. <strong>Ou seja</strong>, as gôndolas facilitam a compra por impulso. <strong>Além disso</strong>, a bela iluminação atrai a atenção rápida. <strong>Também</strong>, a <strong>comunicação visual no supermercado</strong> valoriza tudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com isso</strong>, Kátia Bello traz uma grande reflexão. <strong>Segundo ela</strong>, os grandes expositores devem ser funcionais. <strong>Adicionalmente</strong>, o projeto destaca as zonas super quentes. <strong>Por fim</strong>, os modernos painéis de LED geram alto valor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aromas e Sons na Comunicação Visual no Supermercado</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hoje em dia</strong>, a jornada de compra é sensorial. <strong>Da mesma forma</strong>, o cheiro do pão atrai todos. <strong>Também</strong>, a música certa ajuda na decisão final.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando tudo se junta</strong>, o ambiente fica muito lindo. <strong>Como resultado</strong>, o volume do som não irrita ninguém. <strong>Sem dúvida</strong>, a boa <strong>comunicação visual no supermercado</strong> fideliza. <strong>Portanto</strong>, o seu local ganha um clima maravilhoso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Casos de Sucesso: Rede Enxuto e Dalben</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De fato</strong>, a rede Enxuto usa uma ótima estratégia. <strong>Sendo assim</strong>, o hortifruti ganhou lindos móveis de madeira. <strong>Além disso</strong>, a manutenção preventiva garante a boa ordem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como ganho</strong>, a rede Dalben foca nos cinco sentidos. <strong>Com certeza</strong>, Fernanda Dalben aposta no forte neuromarketing. <strong>Logo</strong>, a grande loja usa aromas nos elevadores. <strong>Para ajudar</strong>, a <strong>comunicação visual no supermercado</strong> aumenta o lucro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Análise do Especialista Caio Camargo</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em suma</strong>, o cliente atual busca um forte propósito. <strong>Por causa disso</strong>, a loja não pode ser depósito. <strong>Por exemplo</strong>, a luz quente destaca as belas frutas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ademais</strong>, a gôndola pode ser muito mais viva. <strong>Certamente</strong>, a loja Trader Joe’s é um sucesso. <strong>Afinal</strong>, as placas feitas à mão geram muita empatia. <strong>Dessa forma</strong>, o relacionamento com o cliente fica forte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Gôndolas e o Novo Futuro do LED na Loja</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nesse ínterim</strong>, o aço lidera o mercado de gôndolas. <strong>Contudo</strong>, a limpeza exige cuidado sem forte química. <strong>Enquanto isso</strong>, o LED revoluciona o varejo de mídia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por consequência</strong>, a loja vira um canal de mídia. <strong>De acordo com</strong> Richard Albanesi, as vendas sobem muito. <strong>Da mesma maneira</strong>, Odair Tremante vê grande inovação digital. <strong>Em resumo</strong>, a boa <strong>comunicação visual no supermercado</strong> transforma tudo.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Quer um Diagnóstico Real da Sua Loja?</h3>



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		<title>Encantamento: ofereça uma experiência memorável ao consumidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 13:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Super Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Super Varejo &#8211; MATÉRIA DE CAPA &#124; Design de loja Design de loja: experiência que encanta e dá lucro Gôndolas, mobiliário, iluminação — e até aromas e trilhas sonoras — podem fidelizar o cliente e engordar a rentabilidade do supermercado. Por Neide Martingo • Agosto de 2025 Se os alimentos e produtos são as estrelas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6256" class="elementor elementor-6256" data-elementor-post-type="post">
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Super Varejo - MATÉRIA DE CAPA | Design de loja</h2>				</div>
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					<article class="sv-artigo" itemscope itemtype="https://schema.org/Article">
  <header class="sv-artigo__header">
    <h1 class="sv-artigo__title" itemprop="headline">Design de loja: experiência que encanta e dá lucro</h1>
    <p class="sv-artigo__dek">Gôndolas, mobiliário, iluminação — e até aromas e trilhas sonoras — podem fidelizar o cliente e engordar a rentabilidade do supermercado.</p>
    <p class="sv-artigo__meta">
      <span itemprop="author" itemscope itemtype="https://schema.org/Person">
        Por <span itemprop="name">Neide Martingo</span>
      </span>
      • <time itemprop="datePublished" datetime="2025-08-01">Agosto de 2025</time>
    </p>
    <!-- Coloque a imagem destacada do WordPress. Ex.: Defina como “Imagem destacada” do post -->
  </header>

  <section class="sv-artigo__body" itemprop="articleBody">
    <p>Se os alimentos e produtos são as estrelas do supermercado, prontos para atender às necessidades dos consumidores, as gôndolas, os móveis e a iluminação formam o “apoio do espetáculo” — elementos cruciais para números positivos: facilitam a exposição, melhoram a circulação, estimulam compra por impulso e direcionam o olhar do cliente, elevando a experiência e as vendas.</p>

    <h2>Gôndolas e mobiliário que valorizam o produto</h2>
    <blockquote class="sv-quote">
      <p>“Os produtos precisam ser valorizados. Expositores minimalistas e funcionais são a resposta. As gôndolas são modulares, suportam grandes cargas e são fundamentais. Podemos explorar alturas diferentes e terminais mais elaborados.”</p>
      <cite>— Katia Belo, arquiteta e CEO da Opus Design</cite>
    </blockquote>
    <p>Além das gôndolas, vale eleger pontos de destaque e desenhar equipamentos sob medida para merchandising, atraindo atenção e incentivando a compra.</p>

    <h2>Iluminação: quando a luz vende</h2>
    <p>Painéis de LED ganharam resolução e formatos (inclusive curvos), permitindo exibir imagens realistas de preparo e consumo. Com um bom estudo de luminância, equilíbrio entre luz funcional e de destaque e temperaturas de cor variadas, a loja cria uma atmosfera lúdica e eficiente.</p>

    <h3>Iluminação como narrativa</h3>
    <blockquote class="sv-quote">
      <p>“A luz certa transforma a percepção de valor. Estamos vendo a luz como narrativa, criando zonas de conforto e descoberta. O futuro aponta para soluções adaptativas que mudam conforme horário, clima e perfil do público.”</p>
      <cite>— Caio Camargo, especialista em varejo</cite>
    </blockquote>

    <h2>Aromas e sons que marcam a memória</h2>
    <p>Assinaturas olfativas reforçam a identidade — do pão quentinho na padaria ao “cheiro de bolo” que remete à infância. Música e volume influenciam permanência e prazer na jornada.</p>
    <div class="sv-note">
      <strong>Prática de loja:</strong> considere também a equipe — aromas intensos e playlists repetitivas cansam colaboradores e clientes.
    </div>

    <h2>Decoração que impacta (e vira mídia)</h2>
    <p>O mobiliário deixa de ser “invisível” e passa a acolher, contar histórias e até virar mídia. Soluções modulares que se adaptam ao fluxo, materiais mais quentes (madeira, tecido, texturas) e ativações no próprio mobiliário geram memória.</p>
    <p>Exemplos internacionais inspiradores incluem <em>Trader Joe’s</em> (lousas escritas à mão, mensagens divertidas e informativas) e <em>Stew Leonard’s</em> (narrativa de fazenda e foco em frescor), ambos criando vínculo quase íntimo com o cliente.</p>

    <h2>Comunicação visual por camadas</h2>
    <p>A comunicação não é só “cartaz de promoção”: é conversa. O que se diz na entrada difere do corredor. Ícones, cores e frases curtas ajudam — e algumas mensagens podem ser poéticas, leves. A loja precisa “respirar”.</p>

    <h2>Casos práticos</h2>
    <h3>Enxuto Supermercados</h3>
    <ul>
      <li><strong>Mobiliário & layout:</strong> definidos por estudos de comportamento, fluxo e visibilidade; combinação de gôndolas médias e altas, ilhas refrigeradas e displays móveis; madeira no hortifruti para reforçar frescor.</li>
      <li><strong>Manutenção:</strong> preventiva mensal em áreas críticas e contratos para corretivas, garantindo experiência sem ruído.</li>
      <li><strong>Iluminação:</strong> branca/fria em limpeza e mercearia (organização), quente em padaria e açougue (conforto); realces no hortifruti para cores naturais.</li>
      <li><strong>Aromas:</strong> pontos estratégicos, especialmente na entrada e próximo à padaria, com notas sutis e acolhedoras.</li>
    </ul>

    <h3>Dalben Supermercados</h3>
    <ul>
      <li><strong>Mobiliário:</strong> mix de peças de linha, parceiros e fornecedores.</li>
      <li><strong>Experiência sensorial:</strong> iluminação por categoria na loja-conceito de Valinhos (SP) e parceria olfativa (aromas em elevadores).</li>
      <li><strong>Resultado:</strong> maior fidelização, vendas e envolvimento — explorando visão, audição e olfato no PDV.</li>
    </ul>

    <h2>Opções à mão do supermercadista</h2>
    <h3>Gôndolas</h3>
    <p>Modelos híbridos (aço, madeira, vidro) voltam com força, embora as gôndolas 100% metálicas sigam as mais procuradas. Para limpeza, evite químicos agressivos e privilegie pano úmido com alta frequência. O ciclo de troca típico é de ~10 anos.</p>

    <h3>LED e Retail Media in-store</h3>
    <p>Além de ambientar, painéis de LED posicionados na entrada, frente de caixa e áreas de alto giro transformam a loja em canal de mídia própria, com conteúdo dinâmico e mensurável — base para monetização com a indústria (retail media in-store).</p>

    <hr class="sv-divider">

    <section aria-label="Checklist rápido">
      <h2>Checklist para encantar e lucrar</h2>
      <ul class="sv-checklist">
        <li>Mapeie a jornada e crie “camadas” de comunicação por zona.</li>
        <li>Use luz funcional + de destaque; teste temperaturas de cor por categoria.</li>
        <li>Defina aroma-assinatura e regras de volume/playlist por horário.</li>
        <li>Adote mobiliário modular e texturas quentes nas áreas-chave.</li>
        <li>Trate gôndolas como mídia: terminais, interatividade e conteúdo útil.</li>
        <li>Padronize manutenção preventiva de móveis, iluminação e expositores.</li>
      </ul>
    </section>
  </section>

  <footer class="sv-artigo__footer">
    <p class="sv-tags"><strong>Tópicos:</strong> comunicação visual • iluminação • experiência de compra • encantamento</p>
  </footer>

  <!-- Dados estruturados básicos -->
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  {
    "@context":"https://schema.org",
    "@type":"Article",
    "headline":"Arquitetura de loja: experiência que encanta e dá lucro",
    "author":{"@type":"Person","name":"Neide Martingo"},
    "datePublished":"2025-08-01",
    "articleSection":"Varejo, Arquitetura de loja",
    "inLanguage":"pt-BR"
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		<title>Decisões estratégicas no varejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 14:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Super Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[análise de dados]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de lojas]]></category>
		<category><![CDATA[inovação no varejo]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional no varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o novo artigo exclusivo de Kátia Bello, arquiteta e CEO da OpusDesign, para a SuperVarejo No artigo anterior falamos sobre&#160;como preparar os supermercados para o futuro. Desde que escrevi o último artigo, eu li muita coisa, participei de muitas reuniões, viajei, visitei muitas lojas, muitos fatos novos e informações sobre varejo chegaram até mim. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Confira o novo artigo exclusivo de Kátia Bello, arquiteta e CEO da OpusDesign, para a SuperVarejo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No artigo anterior falamos sobre&nbsp;<strong>como preparar os supermercados para o futuro</strong>. Desde que escrevi o último artigo, eu li muita coisa, participei de muitas reuniões, viajei, visitei muitas lojas, muitos fatos novos e informações sobre varejo chegaram até mim. Repare na repetição da palavra muito.&nbsp;<strong>Muito é o que vivemos hoje!</strong>&nbsp;É o tempo histórico com maior&nbsp;<strong>abundância de dados e informações</strong>&nbsp;para processarmos, sem necessariamente contribuir para nossa sabedoria ou evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resolvi escrever sobre este tema, porque conheci o CEO de uma grande empresa de varejo, com uma loja física muito bem avaliada, que me contava como ele gostaria de&nbsp;<strong>copiar as soluções</strong>&nbsp;que a loja do seu concorrente adotava. Quanto mais eu escutava o que ele dizia, mais eu me perguntava: Qual era o pensamento estratégico por trás daquelas palavras? Quanto mais eu observava a situação, percebia que o mix, a operação de loja, e a prestação de serviço do concorrente deste CEO, eram superiores quando comparadas às dele e este composto, juntamente com a loja física, também bem avaliada, é que se traduziam em satisfação dos clientes e sucesso de vendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja neste case, como uma&nbsp;<strong>análise superficial da situação, pode levar a decisões estratégicas equivocadas</strong>. O raciocínio do CEO tinha como pressuposto que, copiar a loja do concorrente resolveria boa parte dos problemas. Será que é a melhor opção copiar as características da loja do concorrente? Será que construir uma loja parecida com a do concorrente, não contribuirá para reforçar a imagem de marca deste concorrente, que já conquistou a liderança?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez fosse uma boa solução, se este CEO estivesse tomando essa decisão em uma empresa pequena, iniciando no ramo, que precisaria se valer de alguns atributos de marcas já consolidadas, e assim por associação, se assemelhar a elas. Mas, e se eu te disser que é uma empresa já consolidada, e que o faturamento da companhia deste CEO é cinco vezes maior que o do concorrente, e que ele teria acesso aos melhores profissionais do mercado, para fazer um plano sólido de reestruturação de marca e diferenciação&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É perfeitamente compreensível o raciocínio deste CEO, mediante as metas de performance a serem entregues e as exigências de resultados cada vez melhores e mais rápidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabendo de tudo isso, nesta altura da leitura, acho que devem ter pessoas que estão pensando: Ele deve copiar mesmo, é mais fácil e mais rápido! Outro grupo já deve estar pensando&#8230; Ah! Se eu faturasse cinco vezes mais que meu concorrente&#8230; E outros ainda devem estar se perguntando, aonde a Kátia quer chegar com este exemplo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu quero chegar no cérebro humano. O&nbsp;<strong>nosso cérebro trabalha para nos proteger</strong>, ele identifica ameaças fora de nós, e busca&nbsp;<strong>atalhos mais fáceis para nos manter longe do perigo e na zona de conforto</strong>. Ou seja, o nosso cérebro filtra a realidade, baseado no que acreditamos.&nbsp;<strong>Cuidado quando pensar que o seu principal entrave é seu concorrente</strong>. Talvez o principal entrave seja olhar para dentro com profundidade e não tentar copiar uma receita de bolo que deu certo para ele, e pode ser um desastre para você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais estamos repletos de dados para tomar as decisões estratégicas em nossas empresas, mas cada vez menos estamos parando para fazer as reflexões necessárias!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Decisões estratégicas merecem mais profundidade</strong>&nbsp;e por vezes mais tempo que decisões operacionais, e as estamos tomando na mesma velocidade de nosso “atropelamento” e superficialidade contemporâneos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pense nisto!! @katiabelloopus</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo original: <a href="https://www.supervarejo.com.br/artigo/decisoes-estrategicas-no-varejo" target="_blank" rel="noopener" title="">https://www.supervarejo.com.br/artigo/decisoes-estrategicas-no-varejo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/decisoes-estrategicas-no-varejo/">Decisões estratégicas no varejo</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Qual o tempo dos supermercados?</title>
		<link>https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/qual-o-tempo-dos-supermercados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 20:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Super Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista Supermercado e Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de supermercado]]></category>
		<category><![CDATA[design sensorial]]></category>
		<category><![CDATA[experiência de compra]]></category>
		<category><![CDATA[filas no supermercado]]></category>
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		<category><![CDATA[jornada do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[layout estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[tempo do cliente]]></category>
		<category><![CDATA[tempo no varejo]]></category>
		<category><![CDATA[tempo percebido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kátia Bello explica como a métrica de tempo é crucial para o varejo alimentar No último artigo, falamos sobre o tempo dos clientes enquanto estão no supermercado fazendo suas compras — e como um layout estrategicamente pensado para valorizar esse tempo pode ser extremamente rentável. Hoje, quero continuar essa reflexão, mas com uma nova perspectiva: [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/qual-o-tempo-dos-supermercados/">Qual o tempo dos supermercados?</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Kátia Bello explica como a métrica de tempo é crucial para o varejo alimentar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No último artigo, falamos sobre o <strong>tempo dos clientes</strong> enquanto estão no supermercado fazendo suas compras — e como um layout estrategicamente pensado para valorizar esse tempo pode ser extremamente rentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, quero continuar essa reflexão, mas com uma nova perspectiva: <strong>o tempo dos supermercados</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">O tempo cronológico e a gestão operacional</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nas empresas — e nos supermercados não é diferente — o tempo costuma ser associado às métricas operacionais. Se eu perguntar a um supermercadista quanto ele fatura por mês em determinada loja, certamente saberei a resposta com exatidão. Afinal, <strong>faturamento é um indicador diário de performance</strong>, e a marcação do tempo está diretamente ligada às metas e decisões estratégicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tempo mensurável é o que chamamos de <strong>tempo chronos</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mês, trimestre, semestre, ano…</li>



<li>fluxo de caixa, payback, retorno por m², ruptura&#8230;</li>



<li>KPIs e metas operacionais guiadas pelo relógio.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Todas essas métricas são essenciais para a <strong>gestão eficiente do supermercado</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Existe outro tipo de tempo?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mas e o <strong>tempo do cliente</strong>, aquele que circula na loja física, completando sua lista de compras? Existe uma outra dimensão de tempo que vale a pena considerar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa dimensão é o <strong>tempo percebido</strong>, o tempo da experiência emocional e psicológica. E é aqui que a <strong>desing e o layout estratégico</strong> podem se tornar aliados poderosos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">A diferença entre tempo real e tempo percebido</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Todo mundo já sentiu isso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em uma <strong>conversa chata</strong>, 10 minutos parecem uma eternidade.</li>



<li>Em uma <strong>conversa interessante</strong>, 10 minutos passam voando.</li>



<li>Um adolescente apaixonado sente que os minutos finais da aula se arrastam, enquanto os primeiros minutos com a pessoa amada evaporam.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a <strong>percepção subjetiva do tempo</strong>, e ela influencia diretamente como o cliente sente sua jornada dentro do supermercado.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Supermercado interessante ou desinteressante?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conceito nos leva a pensar em dois tipos de loja:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Supermercados <strong>“desinteressantes”</strong>, que sofrem mais com reclamações sobre filas, fricções e desconforto.</li>



<li>Supermercados <strong>“interessantes”</strong>, onde o ambiente físico vai além da estética: ele foi <strong>pensado estrategicamente para envolver o cliente</strong> — e, com isso, <strong>alterar sua percepção do tempo</strong>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses segundos criam <strong>experiências de compra mais agradáveis</strong>, acolhedoras e memoráveis. O cliente permanece mais tempo, se sente melhor e, muitas vezes, consome mais.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão: tempo é valor</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No varejo alimentar, tempo é um ativo duplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Do lado da gestão</strong>, ele guia decisões.</li>



<li><strong>Do lado do cliente</strong>, ele define a qualidade da experiência.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Projetar um supermercado eficaz hoje exige pensar nas duas dimensões. O tempo cronológico é vital — mas <strong>o tempo emocional é o diferencial competitivo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pense nisto!</strong><br>@katiabelloopus</p><p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/qual-o-tempo-dos-supermercados/">Qual o tempo dos supermercados?</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Qual a função da desgin de supermercado?</title>
		<link>https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/qual-a-funcao-da-arquitetura-de-supermercado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 20:49:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Super Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista Supermercado e Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de supermercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o novo artigo exclusivo de Kátia Bello, arquiteta e CEO da OpusDesign, para a SuperVarejo Costumo dizer que quem trabalha com supermercado aprende todo santo dia. O dinamismo que este setor tem e o grande número de pessoas que passam pelas lojas todos os dias têm muito a nos ensinar. Hoje quero compartilhar um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Confira o novo artigo exclusivo de Kátia Bello, arquiteta e CEO da OpusDesign, para a SuperVarejo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Costumo dizer que quem trabalha com supermercado aprende todo santo dia. O dinamismo que este setor tem e o grande número de pessoas que passam pelas lojas todos os dias têm muito a nos ensinar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje quero compartilhar um aprendizado recente que tive na loja de um cliente. Era de manhã, e tínhamos uma reunião de apresentação do projeto de uma nova unidade. A reunião aconteceria em uma loja que projetamos há três anos. Cheguei mais cedo para andar por ela, pois fazia tempo que não a visitava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eis que entro no banheiro de clientes e, enquanto estou lavando as mãos, uma cliente começa uma conversa trivial comigo. Em poucos minutos, ela começa a dar um feedback espontâneo: com muita animação, conta que era seu dia de folga e que, quando tem tempo livre, prefere ir àquele supermercado em vez de ir ao shopping. Já fiquei feliz com isso, mas ela continuou dizendo que a filha sempre tira uma foto no espelho do banheiro porque a iluminação é ótima e as fotos ficam lindas!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa história é real. A cliente não sabia que eu havia participado do projeto — foi uma conversa totalmente espontânea. Para mim, foi um presente. Às vezes, uma simples conversa revela muito sobre a experiência do cliente e sobre o impacto que a desgin pode ter.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A importância da manifestação espontânea</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira reflexão é: a cliente não respondeu a um questionário sobre desgin . Foi uma manifestação genuína. Quem trabalha com pesquisa e análise de marca sabe a diferença entre respostas estimuladas e manifestações espontâneas. Quando alguém comenta sem ser provocado, é porque há relevância — e, neste caso, também contentamento, apreciação e recorrência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E afinal, qual é o papel da desgin de supermercado?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Será que, ao projetar o banheiro de um supermercado, devemos vê-lo apenas como um ambiente sanitário e funcional? Um local onde o objetivo é atender o número mínimo exigido de lavatórios e vasos sanitários, ocupando o menor espaço possível, economizando em revestimentos e iluminando mal?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certamente não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas por que esse tipo de decisão ainda é comum? A resposta daria uma tese. Deixo aqui mais algumas reflexões sobre o papel da <strong>desgin de varejo</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ao avaliar um projeto de desgin, procure entender o contexto das pessoas que usarão o espaço e o tempo histórico que vivemos. Antes dos celulares com câmera e redes sociais, ninguém pensava em tirar foto em banheiros. Hoje, isso é comum — e influencia na percepção da loja como um todo.</li>



<li>É tentador olhar apenas o custo total da obra. Mas é mais estratégico avaliar o custo <strong>junto com</strong> o valor de marca que uma boa desgingera. Marcas fortes geram valor, atraem e retêm clientes.</li>



<li>Por fim, desconfie se algum desgindisser que algo “precisa ser feito porque está na moda”. Moda passa. Desgin de qualidade permanece. Essa sim é um investimento inteligente e com excelente custo-benefício.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pense nisto!</strong><br>@katiabelloopus</p><p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/qual-a-funcao-da-arquitetura-de-supermercado/">Qual a função da desgin de supermercado?</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Do que seus clientes sentiriam saudade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 20:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Super Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de padaria]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de supermercado]]></category>
		<category><![CDATA[design de açougue]]></category>
		<category><![CDATA[diferenciais de marca]]></category>
		<category><![CDATA[experiência do cliente]]></category>
		<category><![CDATA[fidelização no varejo]]></category>
		<category><![CDATA[loja física estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[percepção de valor]]></category>
		<category><![CDATA[reforma de supermercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o novo artigo exclusivo de Kátia Bello, arquiteta e CEO da OpusDesign, para a SuperVarejo Vamos pensar num exemplo hipotético no qual o seu supermercado parasse de atender por uma semana. Qual reação você imagina que seus clientes teriam? Será que eles diriam algo do tipo: vou sentir saudade do pão quentinho de todas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Confira o novo artigo exclusivo de Kátia Bello, arquiteta e CEO da OpusDesign, para a SuperVarejo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos pensar num exemplo hipotético no qual o seu supermercado parasse de atender por uma semana. Qual reação você imagina que seus clientes teriam? Será que eles diriam algo do tipo: vou sentir saudade do pão quentinho de todas as manhãs que eu comprava lá&#8230; Ou será que eles diriam: agora não sei onde vou comprar carne, porque era a melhor do bairro!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez os clientes possam sentir falta de alguma ação específica que você faça, como por exemplo: ginástica no estacionamento para a melhor idade, ou até da academia que o seu cliente frequenta, no mall de lojas que integram o supermercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando vamos fazer uma reforma em um supermercado, sempre procuramos entender qual a conexão dos clientes com a marca, e quais os diferenciais que a operação de fato entrega. Este aprofundamento de briefing é feito para que a arquitetura da loja possa potencializar todas as conquistas que o supermercado já teve até o momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parece óbvio isto que eu estou falando, mas já vi inúmeras vezes em discussões de projetos a serem implantados, estarem na pauta apenas aspectos técnicos de implantação, sem o devido cuidado em realmente entender os diferenciais daquele supermercado específico e o que realmente a reforma vai agregar para os clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro input que gostaria de trazer é o raciocínio de que, se o supermercado é composto por várias unidades de negócio dentro de uma só — o supermercado é uma padaria, um açougue, um hortifrúti, etc — por que a arquitetura da loja necessariamente tem que ter uma solução de projeto única para todas estas áreas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É muito comum vermos supermercados onde o padrão de mobiliário e toda a solução de arquitetura é exatamente igual em todos os setores da loja, mudando apenas o texto das placas de comunicação visual. Mas será que esta seria a melhor solução do ponto de vista de rentabilidade para o supermercado, que os clientes dizem que vende a melhor carne do bairro? Será que trabalhar um design específico para esta área não ajudaria a ressaltar todos os diferenciais que a operação já entrega, ao invés de dar a mesma aparência que outros setores da loja?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagina quanto vale nos dias de hoje o cliente sentir saudade de ir na sua loja para comprar o pão quentinho de todas as manhãs. Olha o potencial que uma arquitetura na padaria que ressalte este aspecto de aconchego, de quentinho, de gostoso traz para potencializar este setor!</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lojas físicas não são meros espaços para acondicionar produtos — isso qualquer dark store pode fazer, dando suporte para as comodidades e a rapidez que o online pode entregar. As lojas físicas são feitas para gerar percepções, sentimentos, vivências e experiências relevantes. Enfim, são pontos de contato essenciais para construir marcas fortes!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pense nisto!<br>@katiabelloopus</p><p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/do-que-seus-clientes-sentiriam-saudade-2/">Do que seus clientes sentiriam saudade?</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que deixar para trás no ano velho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[opus@maples]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 20:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Super Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[ambientação de loja]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento ao cliente]]></category>
		<category><![CDATA[conforto no varejo]]></category>
		<category><![CDATA[design de loja]]></category>
		<category><![CDATA[experiência do cliente]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de supermercados]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção em supermercados]]></category>
		<category><![CDATA[percepção de marca]]></category>
		<category><![CDATA[poluição visual]]></category>
		<category><![CDATA[rotina de manutenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o novo artigo exclusivo de Kátia Bello, arquiteta e CEO da OpusDesign, para a SuperVarejo É comum nesta época começarmos a fazer um balanço de como foi o ano que está acabando. As retrospectivas começam a chegar, sejam elas na nossa mente, no aplicativo que nos mostra qual foi a música mais ouvida deste [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Confira o novo artigo exclusivo de Kátia Bello, arquiteta e CEO da OpusDesign, para a SuperVarejo</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum nesta época começarmos a fazer um balanço de como foi o ano que está acabando. As retrospectivas começam a chegar, sejam elas na nossa mente, no aplicativo que nos mostra qual foi a música mais ouvida deste ano, ou até nas imagens que marcaram o ano, e foram amplamente divulgadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato é que ano sai, ano entra, e vejo situações quando visito lojas Brasil afora, que não contribuem para a percepção de marca das lojas. Apesar de muitas vezes terem uma ótima estrutura física, alguns detalhes, mesmo que simples de resolver, acabam passando despercebidos. Nos supermercados, especificamente, com a correria que a operação exige e a crescente escassez de mão de obra, abrir as portas todas as manhãs com o quadro de funcionários completo já é um grande desafio, mas essa atenção aos detalhes pode recompensar!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se pudermos deixar para trás estas situações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Muitas lâmpadas queimadas na área de vendas, diminuindo consideravelmente o nível de iluminância, e dando aquele ar de tristeza na loja;</li>



<li>Quantidade de cartazes promocionais, distribuídos de maneira exagerada, criando poluição visual;</li>



<li>Material de merchandising que não conversa com o conceito da loja;</li>



<li>Falta de manutenção nos revestimentos de paredes, piso e forro, principalmente em áreas onde o cliente fica mais tempo parado, como áreas de atendimento de açougue, padaria, frios, etc.;</li>



<li>Som ambiente alto demais, causando desconforto;</li>



<li>Cabo dos carrinhos de compra danificados ou com imperfeições, que possam ferir a pele;</li>



<li>Ações de degustação sem a infraestrutura devida, que não garantem a qualidade da experiência;</li>



<li>Aromatização de ambiente com fragrância muito forte, incomodando principalmente funcionários, que permanecem por muito tempo no ambiente;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Poderíamos listar vários itens de simples execução, mas que no dia a dia da loja acabam passando despercebidos, ou não são contemplados por um calendário de manutenção. O fato é, que além do empenho de construir o ambiente estrategicamente pensado para o cliente se sentir bem, com a arquitetura e o design, também é necessário que a rotina de manutenção da loja mantenha checklists que garantam padrões de execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que queremos deixar para trás em 2024, é o que causa desconforto aos clientes enquanto eles estão nas lojas, ou não contribui para que seja uma experiência incrível!! Se você voltar e reler a lista acima vai perceber que conforto tem a ver com o corpo humano e com os 5 sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato). Partindo desta observação, você pode percorrer a sua loja e criar a sua própria lista do que você quer deixar para trás!!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pense nisto!! Até 2025!!<br>@katiabelloopus</p><p>The post <a href="https://www.opusdesign.com.br/artigos-arquitetura/o-que-deixar-para-tras-no-ano-velho/">O que deixar para trás no ano velho</a> first appeared on <a href="https://www.opusdesign.com.br">Opus Design</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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